Não é nenhuma notícia nova, mas eu descobri há pouco e não custa nada divulgar. Como quem tem interesse no assunto sabe, o Wii tem controles sem fios e apesar das facilidades decorrentes disso também ocasionam um pequeno problema: Os controles usam pilhas AA. Duas pilhas para cada controle. E como tenho dois controles gasto 4 pilhas, que em dinheiro e em poluição podem ser significativos. Casualmente descobri pesquisando na internet que esses controles aceitam as pilhas recarregáveis NiMH, essas em formato AA que também se usam em câmeras digitais.
O preço dessas pilhas recarregáveis, não podemos negar, também é salgado, sem contar que é preciso comprar também o recarregador. Mas a longo prazo pode valer a pena e creio que polui menos que o correspondente a um pacote gigantesco de pilhas alcalinas usadas. Mas atenção, já que existem diferentes tipos de pilhas recarregáveis, como oNiCd. Dizem que este ultimo tipo não é recomendado para ser usado com o Wii.
Além disso, para render mais, o melhor é comprar as pilhas NiMH com uma amperagem alta. Quanto maior a amperagem maior a durabilidade das pilhas. Mas ao mesmo tempo, quanto maior a amperagem, maior o preço também. Ao comprar recarregadores de pilhas, recomendo aqueles que vêm com LED (a luzinha) que indica quando a pilha está carregada, e o ideal é que no recarregador informem que suporta a amperagem indicada nas pilhas.
Além disso, há recarregadores que servem para recarregar pilhas do tipo AA, AAA (mais pequenas) e as de 9V, tudo em um. Aliás, esse é outro detalhe: Eu não sabia que havia pilhas recarregáveis no tamanho AAA. Agora uso no meu aparelho de MP3, depois de gastar uma montanha de pilhas AAA normais. Ou seja, há vários aparelhos que funcionam com pilhas recarregáveis e eu não estava sabendo! A idéia é pesquisar para ver se os nossos aparelhos suportam essas pilhas.
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Sempre chega a hora da verdade. A gente tem que abrir um pote de compota, de azeitona, palmito… e nada, impossível. Sempre tem algum que não conseguimos abrir de jeito nenhum. Ou a tampa está grudada, ou enferrujada, ou a gente não tem força suficiente para abrir. Há alguns truques: se a tampa está grudada, umas batidinhas com uma colher nas bordas da tampa podem deixar o pote mais fácil de abrir. Se isso não funciona, temos o banho-maria para dilatar a tampa, facilitando sua abertura. Mas quem tem paciência para isso? Qualquer que seja o motivo para a maldita não abrir agora encontrei a solução (meus problemas acabaram!).
Minha solução: abridor de potes. Uma maravilha!

É muito mais prático, já que este abridor de potes possibilita abrir as latas sem muito esforço aproveitando a alavanca. Este abridor se adapta aos mais variados diâmetros de potes. Abre desde tampa de rosca de garrafa (garrafinha de água ou refrigerante) até potes grandes.


Creio que em lojas de acessórios e utensílios para casa é possível achar, mas não é tão fácil encontrá-lo. Não me lembro onde comprei o meu anterior no Brasil. O atual eu comprei aqui na Espanha, onde vivo atualmente (é esse aí da foto). Se você tem um, conte-nos sua opinião, onde o comprou, ou qualquer outra informação sobre o assunto.

* Panela elétrica para fazer arroz – muito cômodo para quem come arroz com freqüência. É só lavar o arroz, acrescentar a medida adequada de água e apertar o botão para que a panela comece a funcionar. É uma panela muito utilizada na Ásia, em países como Japão, Coréia e China, de forma que o arroz que ele faz é o “grudadinho”. Sempre usei nessa panela o arroz japonês, de grão redondo e não o agulha, porque ele até faz o agulha mas fica meio seco (veja tabela de tipos de arroz ).
Alguns modelos além de fazer o arroz, ao estarem em stand by conseguem mantê-lo quente durante o tempo que você quiser. Minha panela já é antiga mas funciona perfeitamente e como é pequena, o arroz fica fronto em 15 minutos. Costumo acrescentar lentilhas ao arroz ou fazer arroz integral e funciona do mesmo jeito, mas demora um pouco mais para ficar pronto. Melhor colocar um pouco mais de água ao cozinhar algum grão mais duro ou diferente do arroz comum.
Dá para aproveitar este arroz para posteriormente fazer um yakimeshi ou fritar um pouquinho com cebola ou alho. Se sobrar, você pode guardar na geladeira em um pote e quando quiser usá-lo é só esquentar no microondas por um minuto ou dois à potência alta.
Como muita gente, uso muitos serviços do Google, e por isso acho muito prático incluir botões para os serviços mais usados na barra de ferramentas do Google. Consulto o Gmail várias vezes por dia, e o Google Reader também. Com os botões na barra de ferramentas chego em um clique a essas páginas. Há uma infinidade de botões que você pode incluir à barra de ferramentas para facilitar a sua vida.

Em primeiro lugar, você precisa ter a barra de ferramentas do Google instalada no seu navegador:
- Vá à página inicial de pesquisas do Google;
- Clique ali na opção “mais”;
- Clique então na opção “Barra de Ferramentas”;
- Faça o download e instale a barra de ferramentas no seu navegador. Siga as instruções
Para instalar botões novos:
- Já com a barra funcionando, você pode consultar a Galeria de Botões da Barra de Ferramentas do Google;
- Você pode pesquisar por botões que você usa mais. É só fazer o download e instalar que o botão vai ser adicionado à barra. Alguns botões que acho úteis são o do YouTube, Orkut, Google Reader, Google Docs, Gmail, Google Maps, etc.
- Estão disponíveis ainda botões que não são propriamente serviços do Google (sites de jogos, dicionários, ferramentas diversas). É pesquisar e instalar o que você necessita ou então fazer seus próprios botões!
Eu não tinha a mínima idéia de como funcionavam os feeds, mas como boa fuçadora resolvi dar uma pesquisada para saber o que eram.
No começo não estava muito claro, mas como quase todos os blogs possuem essa opção, achei que talvez fosse algo que poderia ser útil.
Comecei procurando na Wikipedia. Da Wikipedia passei aos blogs que falavam sobre feeds. Um blog em concreto, o de Bruno Torres me deu uma luz. Convidava as pessoas a se inscreverem no Bloglines ou em qualquer outro agregador de feeds. Fui ao Bloglines, me inscrevi e como o Firefox tem um botão para agregar feeds tudo ficou mais fácil.
Foi assim que comecei e não parei mais. Comecei a passar de blog em blog adicionando os feeds ao Bloglines. Ali numa mesma janela posso gerenciar todos os blogs, ver quais têm novos posts, quais valem a pena serem lidos.
Quanto completei mais de 50 blogs adicionados, tive que separá-los por pastas para poder organizá-los melhor. Cada um tem sua forma de organizar os blogs.
Agora é um vício. Não posso passar um dia sem entrar no Bloglines para ver o que há de novo nos blogs, grupos de discussão, tirinhas, grupos de fotos do Flickr… Recomendo que tentem dar uma olhada porque pelo menos para mim valeu a pena. E isso que faz menos de um mês que uso o Bloglines.
PS: Tá legal, foi besteira falar de uma coisa sem havê-la definido. O que são feeds? Vou dar uma definição própria e indicar outras páginas que podem explicar melhor. Como o próprio nome indica, é um sistema de alimentação. Um sistema de alimentação de páginas que podem ser visualizadas em um agregador de feeds. Em outras palavras, tem vários blogs que possuem um botão laranja RSS ou Atom ou algo similar. Clicando no botão laranja você tem a oportunidade de se inscrever para receber alterações daquela página em um leitor de feeds.
Acho que o sistema de feeds é mais difícil de explicar que usar. Depois que você pega a manha não tem erro.
Imagino que vocês visitem certas páginas diariamente. Páginas de notícias, de tirinhas, de grupos de discussão, grupos do Flickr, blogs, seguem podcasts, etc.
Algumas vezes, quando visitam essas páginas não há nada de novo, de forma que a visita acaba por ser uma perda de tempo, porque você tenta localizar algo de diferente e descobre que não houve nenhuma atualização ou modificação.
Os leitores ou agregadores de feeds servem para concentrar em um único lugar todas as páginas que você visita com freqüência e ainda avisa quando há algo de novo nelas, de forma que você não necessitará mais procurar o que você leu e o que não, já que você poderá controlar o que leu e o quer ler depois.
E como se usam esses leitores de feeds?
Atualmente há uma grande variedade de leitores, e para começar é preciso estar inscrito na página de um leitor de feeds (como Bloglines ou Google Reader, por exemplo – cito estes porque são os que já usei, mas existem vários outros). É preciso estar inscrito num leitor de feeds simplesmente porque você vai ter que acessar esse leitor para ver os feeds que você agregou! São suas preferências pessoais, por isso cada um precisa ter o seu.
De qualquer maneira, para entender como funcionam os feeds o melhor seria se inscrever em um agregador de feeds e ir juntando seus blogs e páginas preferidas por lá (para adicionar os feeds basta saber o endereço do mesmo e adicionar ao leitor de feeds).
Se você tem uma conta no Google, não é necessário criar uma nova conta. Basta acessar a página do Google Reader e aceitar as condições de uso.
Se o agregador de feed tem função para ouvir podcast melhor ainda. Os podcasts são arquivos de audio com notícias, programas, revistas, músicas, cursos, etc.
Assim você não só tem a oportunidade de ler postagens de blogs como pode também escutar notícias, músicas, ver fotos, etc. Enfim, a coisa é ir pulando de blog em blog, pesquisar por temas do nosso interesse, ler e ouvir.
Para saber mais:
- Bruno Torres ponto net
- O que são Feeds? Pra que serve RSS? – Blog do Becher
- ¿Qué es RSS – y XML, RDF, Atom, …? – Microsiervos
- Feed (wikipedia pt)
- Feed (wikipedia es) – explicação mais completa que a versão pt
- RSS (wikipedia pt)
- Podcasting
Post atualizado em 11/06/07
Agora me mudei definitivamente para o Google Reader. É possível agregar uma janela do Google Reader ao iGoogle (página inicial personalizada do Google). E também incluir um botão do Google Reader à barra de ferramentas do Google.
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