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Abrir potes

Sempre chega a hora da verdade. A gente tem que abrir um pote de compota, de azeitona, palmito… e nada, impossível. Sempre tem algum que não conseguimos abrir de jeito nenhum. Ou a tampa está grudada, ou enferrujada, ou a gente não tem força suficiente para abrir. Há alguns truques: se a tampa está grudada, umas batidinhas com uma colher nas bordas da tampa podem deixar o pote mais fácil de abrir. Se isso não funciona, temos o banho-maria para dilatar a tampa, facilitando sua abertura. Mas quem tem paciência para isso? Qualquer que seja o motivo para a maldita não abrir agora encontrei a solução (meus problemas acabaram!).

Minha solução: abridor de potes. Uma maravilha!

É muito mais prático, já que este abridor de potes possibilita abrir as latas sem muito esforço aproveitando a alavanca. Este abridor se adapta aos mais variados diâmetros de potes. Abre desde tampa de rosca de garrafa (garrafinha de água ou refrigerante) até potes grandes.

Creio que em lojas de acessórios e utensílios para casa é possível achar, mas não é tão fácil encontrá-lo. Não me lembro onde comprei o meu anterior no Brasil. O atual eu comprei aqui na Espanha, onde vivo atualmente (é esse aí da foto). Se você tem um, conte-nos sua opinião, onde o comprou, ou qualquer outra informação sobre o assunto.

Utilidades domésticas – Panela de arroz

* Panela elétrica para fazer arroz – muito cômodo para quem come arroz com freqüência. É só lavar o arroz, acrescentar a medida adequada de água e apertar o botão para que a panela comece a funcionar. É uma panela muito utilizada na Ásia, em países como Japão, Coréia e China, de forma que o arroz que ele faz é o “grudadinho”. Sempre usei nessa panela o arroz japonês, de grão redondo e não o agulha, porque ele até faz o agulha mas fica meio seco (veja tabela de tipos de arroz ).

Alguns modelos além de fazer o arroz, ao estarem em stand by conseguem mantê-lo quente durante o tempo que você quiser. Minha panela já é antiga mas funciona perfeitamente e como é pequena, o arroz fica fronto em 15 minutos. Costumo acrescentar lentilhas ao arroz ou fazer arroz integral e funciona do mesmo jeito, mas demora um pouco mais para ficar pronto. Melhor colocar um pouco mais de água ao cozinhar algum grão mais duro ou diferente do arroz comum.

Dá para aproveitar este arroz para posteriormente fazer um yakimeshi ou fritar um pouquinho com cebola ou alho. Se sobrar, você pode guardar na geladeira em um pote e quando quiser usá-lo é só esquentar no microondas por um minuto ou dois à potência alta.

Viagem à Finlândia

Fiz uma viagem à Finlândia com meu marido há alguns anos. Foi uma viagem curiosamente solitária, aventureira e, digamos, silenciosa. Fomos em um vôo Madrid-Frankfurt e depois Frankfurt-Helsinki. Do aeroporto pegamos nosso carro alugado, pegamos o mapa das estradas do país, o mapa do “caminho” para chegar ao nosso destino, e o mapa do aeroporto, para que a gente pudesse sair daquele entramado de estradas ao redor. Ao ligar o motor do carro, automaticamente os faróis se acendem. É obrigatório dirigir com os faróis acesos. Era agosto e o clima estava ameno, pelo menos para os padrões finlandeses. É bastante agradável percorrer Finlândia de carro. A paisagem se constitui de bosques de coníferas e bétulas.

Os finlandeses são motoristas muito conscientes, todos vão à mesma velocidade, respeitando os limites. Percorremos mais ou menos a metade do país. Eu estava de co-piloto e peguei o mapa com as indicações de estradas secundárias e o mapa feito a mão pelo dono da cabana. Isso mesmo, íamos a uma cabana localizada em algum lugar incerto no meio do país. Já havia escurecido, tínhamos que abastecer o tanque por última vez, no meio do nada. Encontramos um posto de gasolina totalmente automático, solitário, iluminado no meio do nada, que funcionava com cartão de crédito. Rezamos para que funcionasse. Sim, pudemos encher o tanque. Seguimos nosso caminho, por meio de estradas secundárias. Estávamos cercados por árvores, e íamos por uma estradinha sem placas, sem iluminação. Só placas alertando da presença de renas e alces. No mapa, informavam: “depois de tal lugar, vire à direita, depois de x, vire à esquerda. Não sabíamos mais se estávamos no caminho certo e tínhamos que ter cuidado para de repente não atropelarmos nenhum animal no caminho. Estávamos já no final das indicações do mapa, que terminava com o nome do lugar a que tínhamos que chegar, R.

Encontramos uma casa iluminada no meio do nada. Resolvemos parar e perguntar se o tal R. estava longe. Chegamos perto dessa casa, estacionamos o carro, e por sorte o tal R. era lá mesmo! Na realidade, era o nome da casa em que íamos ficar! Da nossa cabana! Que alegria descobrir que não estávamos perdidos e que já havíamos chegado. Nos recebeu um casal de jovens super altos e loiros. Havíamos levado uns doces e uma garrafa de licor para o dono da casa, como lembrança da Espanha. Nos explicaram como funcionava tudo, que deveríamos deixar a cabana como a encontramos. Que quando saíssemos, o lixo deveria ser colocado fora nas latas apropriadas quando fôssemos embora. Se queríamos que limpassem a casa teríamos que informar antes. Que se queríamos lençóis descartáveis adicionais (sim, uns lençóis de polipropileno, parecem uma espécie de papel) tínhamos que informar antes também. Nos explicaram como funcionava a sauna, o sistema de aquecimento da casa. Nos agradeceram as coisas que lhes levamos, nos cumprimentaram, pegaram o saco de dormir, recolheram suas coisas e se mandaram. Nunca mais os vimos.

Já era tarde, lá pelas 11 da noite. Pegamos nossas malas, entramos na cabana e resolvemos descansar. A cabana era espaçosa e aconchegante. Toda de madeira, uma sala espaçosa, cozinha, um quarto. A decoração era peculiar: uma cabeça de alce na parede, umas raquetes antigas de caminhar na neve. A tv não sintonizava muito bem em nenhum canal. Saindo pela porta principal, na porta ao lado tínhamos nossa própria sauna tradicional finlandesa (funciona com um forninho, com lenha e pedras). Enfrente, um lago enorme. Ao lado da cabana, uma caseta para armazenar lenha. Olhando pela janela não se via nada. Tudo negro. No dia seguinte teríamos que encontrar algum supermercado. Não tínhamos nada para comer. (continua…)

Pois é…

Isto aconteceu comigo também. Entrei na minha caixa de entrada de email e dei de cara com uma mensagem de notificação de débito no meu cartão de crédito pelo DreamHost. E isto é o que estou começando a pensar. Estou esperando para ver como vai ser resolvido. Acompanho o feed do DreamHost Status. O panel está fora do ar. Pisaram na bola. E feio. Agora quero ver como vão “reverter” a situação. E em massa.

Atualização (23/01/08): Parece que solucionaram o problema. Já fizeram o estorno no meu cc. No final das contas, sigo com eles. Foram transparentes na hora de explicar o problema e valorizo isso.

Um clique, uma ação

O Free Rice tem uma ótima iniciativa. Eles doam através das Nações Unidas 10 grãos de arroz por cada palavra que acertarmos no teste disponível na página (em inglês). Podemos ir acumulando grãos a medida que clicamos nas palavras corretas. Aproveitamos para contribuir com uma boa causa e ao mesmo tempo enriquecemos nosso vocabulário.

via BBC Brasil

Plante uma árvore em um clique no Clickarvore. É preciso se registrar. Assim você pode saber quantas árvores você plantou e para onde foram as mudas. Estou inscrita desde 2002. Quando me lembro entro lá e clico. Já deu para contribuir com o plantio de pelo menos uma centena de árvores. Você pode se registrar para receber mudas também, desde que tenha um projeto para tal.