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Pois é…

Isto aconteceu comigo também. Entrei na minha caixa de entrada de email e dei de cara com uma mensagem de notificação de débito no meu cartão de crédito pelo DreamHost. E isto é o que estou começando a pensar. Estou esperando para ver como vai ser resolvido. Acompanho o feed do DreamHost Status. O panel está fora do ar. Pisaram na bola. E feio. Agora quero ver como vão “reverter” a situação. E em massa.

Atualização (23/01/08): Parece que solucionaram o problema. Já fizeram o estorno no meu cc. No final das contas, sigo com eles. Foram transparentes na hora de explicar o problema e valorizo isso.

Pela net

 

  • Chuck Norris Facts (via Register): Os pensamentos mais profundos de Chuck Norris, com possibilidade de transformá-los em estampa de camiseta.
  • Superarquivo (via twitter casadacris): Todo o conteúdo da revista Superinteressante, até 2006 podem ser acessados gratuitamente. Estou devorando tudo o que posso.
  • The Technical Wiki – iStockphoto.com: Alguns exemplos práticos com imagens que podem ter problemas de copyright na hora de serem comercializadas. Me faz questionar muitas coisas. O que a gente pode fotografar sem ferir copyright no final das contas?
  • Taquigrafia em Foco: Curso online de taquigrafia (Método Maron), disponibilizadas gratuitamente. Estou começando aos poucos. Creio que será muito útil na hora de transcrever gravações, aulas, fazer anotações rápidas. Vamos ver se consigo ter um pouco de disciplina.

Tenha um blog!

Você tem algo a dizer? Quer ensinar algo? Quer compartilhar informações? Mostrar páginas interessantes para os seus amigos? Contar como anda a sua vida? Conhecer gente? Quer documentar seus passos pelo mundo? Escrever um diário online? Tenha um blog! Veja na Wikipédia o que é um blog.

É muito fácil ter um blog. Tente. Pode ser que prospere ou não, mas você só vai saber tentando.

Requisitos:

A esta altura do campeonato, se você sabe se conectar a internet e pode fazê-lo com frequência, enviar e receber email, então você já está mais que apto a ter um blog básico.

O que tenho que fazer para ter um blog?

Se você nunca teve um blog, é uma boa idéia criar um blog gratuito, oferecido em algum site como esses:

Blogger (disponível em português)
Wordpress.com (disponível em português)
MSN Live Spaces (disponível em português)
Facebook
Multiply
Myspace

Há outros sites nos quais você pode criar seu blog. Escolha onde você quer criá-lo e se registre. Crie login e senha. Guarde tais informações. Siga as instruções da página. No Blogger por exemplo, você pode criar um blog em 3 cliques.

O que é possível fazer com um blog?

Hoje em dia, os blogs são usados como diários pessoais, como página de informações profissionais, páginas de pequenas empresas, etc. A característica principal do blog é possibilitar escrever textos, com links para outras páginas e blogs, imagens, vídeos, música, no formato de um diário. Esses textos vão sendo arquivados por data ou categoria, e o interessante é a possibilidade de interagir com as pessoas que leram seus textos através dos formulários de comentários. Ou seja, o conteúdo do blog pode enriquecer muito com a contribuição de outras pessoas que cometam, criticam ou complementam alguma informação no seu blog. Há blogs especializados por temas: que tratam de economia, política, humor, idiomas, fotografia, internet, animais de estimação, enfim, mil possibilidades.

É preciso pensar em como você vai assinar ao postar (escrever textos e publicá-los). Se você vai escrever com um pseudônimo ou com seu nome. De todas as formas, o que quer que você escreva, tenha em conta que poderá ser lido por qualquer pessoa, com todas as conseqüências que isso acarreta. Você pode ser incompreendido ou mal interpretado, ofender alguém sem ou com intenção. A responsabilidade é sua ao usar o poder das palavras. Ao mesmo tempo ter um blog é uma boa oportunidade para conhecer gente com os mesmos gostos que os seus, trocar experiências, etc.

O que falar da privacidade…

Nem adianta gritar ou reclamar. Na internet, não temos privacidade mesmo. Parece que já não é mais algo que se possa controlar. Pode ser que nosso nome não esteja diretamente vinculado a todas as coisas que fazemos online, mas estou certa de que está tudo registrado. E colocar os pingos nos “is” é um tropeço.


É possível que nossos dados se não hoje, futuramente, estejam circulando por aí livremente. Hoje a chance de alguém procurar informações sobre nós e encontrar já é grande.Mas apesar dessa falta de privacidade, agora é uma necessidade me conectar com pessoas de todo o mundo, testar os limites de como conseguir informações, ver fotos e ler coisas escritas por conhecidos e desconhecidos.

Muito mais que antes somos gado que consome. Nunca antes havia sido tão fácil conhecer o gosto da massa, os hábitos, interesses, o que a massa anda pensando, em que banner está clicando, o que pode hipnotizar coletivamente. Tem texto dizendo que dá para nos analisar e classificar por meio das pesquisas que a gente faz, através de páginas que a gente visita, etc.

Podemos até tentar lutar contra isso, mas como? Se eu tenho uma conta no Google por exemplo e estou logada, imagina!

Com uma conta no Google posso ter um blog, leitor de feeds, álbum de fotos, Orkut, posso participar de grupos de discussão, ler emails, conversar pelo Google Talk, fazer pesquisas no Oráculo-Google, usar o editor de textos e armazenar textos e planilhas em algum lugar imaginário, no limbo-Google, dentre outras muitas possibilidades. Com um login único saberão demasiado sobre mim.

Com tudo o que a gente clicou, viu, armazenou e que o Google ficou sabendo, ele nos sugere textos que possam ser do nosso interesse no Google News, relembra as pesquisas feitas anteriormente por nós, conta nossos acessos ao Analytics, mostra anúncios supostamente relevantes.

E quando pensei nisso, quando li sobre isso, achei assustador, mas e aí? Posso ficar sem o Google? Difícil. Isso só falando no Google. No meu caso, imagino coisas perdidas orbitando a web, coisas das quais não me lembro mais, de uma década usando a internet.

Mais uma vez acho que não escolhemos nada, somos escolhidos. É como o conto de Cortázar (Preámbulo a las instrucciones para dar cuerda al reloj ) que agora aparece até em comerciais de tv como algo super cool: “No te regalan un reloj, eres el regalado“.

Com relação a este conto, tem gente que diz: “Ui, por isso eu não uso relógio, por isso vivo sem amarras, contra a ditadura do tempo.” HA-HA. Como se no mundo atual se livrar de um objeto servisse de algo. Sonha.

Link
:

E a privacidade foi pro brejo – Techbits (post e links)

[Atualização 19/06/07)
novo link sobre o assunto:
Usuários temem perder privacidade com o Google

foto deste post de backpackphotography sob licença CC Attribution 2.0

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Como ser totalmente improdutivo

Faça como eu!

Passo horas e horas na internet lendo meus mais de 100 feeds, que se atualizam a cada 15 minutos (é a sensação que tenho, não sei qual a periodicidade de atualização real do meu leitor de feeds).E acontece o mesmo que quando eu lia jornal impresso. Eu não conseguia ler tudo no mesmo dia e ia acumulando jornais de dias achando que um dia ia fazer uma leitura expressa de tudo, que ia guardar e organizar recortes das informações mais relevantes, que ia fazer colagem com fotos legais. Achava que havia informação muito valiosa naquelas pilhas, e que se eu jogasse fora sem haver lido eu não encontraria nunca mais tais informações imprescindíveis para a minha vida. Fazia isso (às vezes ainda faço) com jornais, revistas, folhetos publicitários…

Mas como eu dizia no começo deste post, agora acumulo feeds. São feeds de blogs, fotos, tirinhas, jornais, podcasts. E vou acumulando atualizações. Como assino mais de 100 (que freqüentemente vão mudando, porque vou apagando alguns e agregando outros, mas sempre tenho uma média de 100) e a cada 15 minutos aparece uma atualização nova, cada vez que abro meu agregador de feeds encontro incontáveis posts para ler. E como no caso dos jornais impressos, sinto que há informação valiosa (na verdade, muitos têm informações pouco relevantes ou repetidas, mas eu teimo em achar que algum deles vai mudar a minha vida) e que tenho que ler tudo. E os atualizados que não li vão se acumulando como uma bola de neve.

Leio algum post pelo leitor de feeds, passo ao blog, do blog passo a outro blog, a outra página, assino outro blog/site e por aí vai. Nisso gasto mais umas horinhas.

Se em algum blog que visito e acho legal encontro a lista dos feeds preferidos/recomendados, ainda perco mais umas boas horinhas consultando vários deles para ver se posso acumular algum feed mais (vício!).

Depois ainda quero adicionar todas as páginas que acho interessantes ao del.icio.us (vício!), onde vou acumulando meus favoritos, separados por tags. E saio a consultar os favoritos dos outros, pesquisando por tags, vou pulando de favorito em favorito. E acumulo mais de 1000 itens e sempre penso que tenho que arrumar minhas tags, verificar as páginas que não existem mais (várias) mas é um processo tão trabalhoso que vou deixando para depois (o famoso empurrar com a barriga).

E como todas as pessoas que usam diariamente a internet, consulto com freqüência meus emails, escrevo e respondo, apago spams, depois alguém quer bater papo comigo por algum programa de mensagens instantâneas. Mais tempo gasto.

E tem ainda os podcasts, baixar aquivos, ver mil fotos de conhecidos e desconhecidos, pular de vídeo em vídeo no YouTube

Isso ficaria por aí e já seria uma perda de tempo total, mas o pior é que como eu já havia contado antes, tenho um vicio muito sério, que é blogar. E blogar significa não só escrever, mas pesquisar, consultar outros blogs, comentar, responder, ver o que há de novo na net, atualizar posts velhos, manter o blog para que funcione de maneira agradável e eficiente, pensar em novas idéias, etc. etc.

Agora tento pensar em maneiras de aproveitar melhor meu tempo na internet.

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